Atriz Scarlett Johansson no 89th Annual Academy Awards realizada no Hollywood and Highland Center - Divulgação
Atriz Scarlett Johansson no 89th Annual Academy Awards realizada no Hollywood and Highland Center - Divulgação

Scarlett Johansson é uma das atrizes mais famosas e bem pagas de Hollywood. E seja por seu talento ou por sua beleza estonteante, ela não passa despercebida! Portanto, você certamente deve ter assistido a algum de seus trabalhos.

Principalmente porque a sua popularidade alcançou um nível astronômico depois de interpretar a Viúva Negra, famosa super heroína da franquia Vingadores, dos estúdios Marvel.

E hoje vamos te contar tudo sobre essa grande atriz, sua infância, sua carreira, relacionamentos e polêmicas! Afinal, uma personalidade assim tão marcante merece ter sua história contada, não é mesmo?

Sendo assim, não deixe de ler até o final para conhecer todas as facetas de Scarlett Johansson!

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A infância de Scarlett Johansson

Scarlett Johansson, cujo nome do meio é Ingrid, nasceu em Manhattan, Nova York, em 22 de novembro de 1984. Ela é filha de Karsten Olaf Johansson, um arquiteto dinamarquês, e Melanie Sloan, descendente de judeus asquenazi. Scarlett ainda possui ascendência bielorrussa e polonesa, por parte de mãe, e sueca, por parte de pai.

Scarlett tem uma irmã e um irmão mais velhos, Vanessa e Adrian, e um irmão gêmeo, chamado Hunter, que também é ator. Aliás, Vanessa também puxou a veia artística da família e é atriz. Além disso, ela possui um meio irmão, Christian, fruto de um primeiro relacionamento de seu pai.

Os pais de Scarlett Johansson passaram por dificuldades financeiras, se divorciaram quando ela tinha 13 anos e ela passou a viver com a avó materna, Dorothy Sloan, com quem tinha uma ótima relação. Scarlett, inclusive, afirmou em diversas ocasiões que a avó era “sua melhor amiga”.

Apesar disso, os pais de Scarlett Johansson sempre foram presentes na vida da atriz, que diz que eles sempre apoiaram seus sonhos e planos para o futuro.

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Talento para as artes

Desde cedo, ela mostrava ter talento para as artes cênicas, fazendo “shows” particulares para a família, onde dançava e interpretava. Johansson sempre gostou de música e de dançar, em especial jazz hands. Ela também fez aulas de sapateado quando criança e adorava musicais de teatro.

Sempre buscando aprimorar suas técnicas de atuação sozinha, ela diz que ficava horas treinando chorar em frente ao espelho. Entretanto, foi seu irmão, Hunter, quem primeiro foi descoberto por um olheiro.

Para correr atrás do prejuízo, ela começou a estudar na Lee Strasberg Theatre and Film Institute e até participou de várias audições para trabalhar em comerciais de TV. Entretanto, ela não gostava e logo desistiu de fazer publicidade. Scarlett Johansson fez em seguida sua estreia nos palcos em Sophistry, uma peça Off Broadway. E em 1994 estreou nas telonas no filme O Anjo da Guarda, interpretando a filha de John Ritter. Na ocasião, ela com 10 anos afirmou em entrevista “quando estou no set, eu sei o que fazer”.

Depois disso, a carreira de atriz, modelo e cantora de Scarlett Johansson deslanchou, como veremos a seguir.

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Primeiros passos da carreira

Just Cause - Divulgação
Atriz em Justa Causa – Divulgação

Depois de alcançar uma certa notoriedade com O Anjo da Guarda, Scarlett Johansson ainda interpretou a filha de Kate Capshaw e Sean Connery em Justa Causa, em 1995. Já no início de 1996, ela atuou então como uma estudante de artes em Lado a lado com o amor.

Mas foi ainda em 1996 que ela brilhou em seu primeiro papel principal, em Meninas de ninguém, como Amanda. Nesse filme era a irmã caçula de uma adolescente que engravida e foge dos pais adotivos.

Ali, ela contracenou com o irmão, Hunter, e recebeu muitas críticas positivas, chegando, inclusive, a receber uma indicação ao prêmio Independent Spirit Award por sua atuação.

Em 1997, Johansson atuou em produções menores, como Esqueceram de mim 3 e Fall. Depois, em 98, ela voltou aos grandes papéis em O encantador de cavalos, de Robert Redford. Interpretando então uma moça que sofreu um atropelamento por um caminhão junto com seu cavalo, ela recebeu uma indicação ao prêmio Chicago Film Critic Association Award de melhor atriz promissora.

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Depois desse trabalho, Scarlett afirmou em entrevista que sua visão sobre a importância de atuar e a responsabilidade que é manipular as emoções das pessoas estava diferente.

Em 1999, ela apareceu em Pig: uma aventura animal e em 2001, em O homem que não estava lá. Ainda em 2001, ela recebeu convite de Terry Zwigoff para atuar em Ghost World: Aprendendo a viver. A película teve seu lançamento no Festival Internacional de filmes, em Seattle.

Apesar desse filme não ter sido um grande sucesso comercial, ele acabou se transformando em um título cult. Além disso, ainda rendeu a Scarlett o prêmio de melhor atriz coadjuvante do Toronto Critics Film Association.

Já em 2002, a beldade contracenou com David Arquette em Malditas Aranhas.

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Scarlett Johansson e a consolidação da carreira

Encontros e desencontros - Divulgação
Encontros e desencontros – Divulgação

A partir de 2003, Scarlett Johansson passou a estrelar filmes mais maduros, como Encontros e Desencontros, dirigido por Sofia Coppola, onde interpretou a amante de Bob Harris. Nesse filme, Scarlett tinha apenas 17 anos, mas teve uma atuação muito elogiada. O filme, que custou 4 milhões para chegar às telas, rendeu quase 120 milhões de bilheteria.

Ainda em 2003, a atriz estrelou o filme A garota do brinco de pérola, dirigido por Peter Webber. O diretor chegou a fazer audições com mais de 150 atrizes até se decidir por Scarlett. E a escolha não poderia ter sido melhor. O filme foi um sucesso estrondoso, não só de renda como também de crítica, principalmente em relação à atuação de Johansson.

Em 2004 ela teve vários trabalhos, mas nenhum tão significativo quanto os do ano anterior, como Nota Máxima, Uma canção de amor para Bobby Long e Falsária. Pelo filme Uma canção de amor para Bobby Long, Johansson, que contracenou com John Travolta, recebeu indicação para o Globo de Ouro, como melhor atriz dramática. 

No mesmo ano, ela saiu um pouco do usual para dublar a Princesa Mindy na animação Bob Esponja: o Filme. Ainda, pôde atuar na comédia romântica Em boa companhia.

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Era Wood Allen

Scarlett Johansson e Woody Allen - Divulgação
Scarlett Johansson e Woody Allen – Divulgação

Já em 2005, Scarlett Johansson deu início a uma longa parceria com o diretor e ator Woody Allen. Ela estrelou seu primeiro filme dirigido por ele, Ponto Final, no qual ela interpreta Nola, uma jovem atriz em início de carreira que tem um affair com o personagem de Jonathan Rhys Meyers, que é casado.

O filme foi um sucesso enorme tanto de bilheteria quanto de crítica, tanto que Scarlett foi indicada ao prêmio de melhor atriz coadjuvante do Chicago Film Critics Association e ao Globo de Ouro pela mesma categoria.

Ainda em 2005, ela co-estrelou o filme A Ilha, que não foi uma unanimidade entre os críticos, mas rendeu vários milhões de bilheteria. Em contrapartida, em 2006, Scarlett Johansson atuou como uma aspirante a jornalista, em O grande furo, de Woody Allen. O filme recebeu boas críticas, mas não fez um sucesso comercial significativo.

Ela ainda interpretou Elizabeth Short em Dália negra, dirigido por De Palma,que conta a história verídica de um dos assassinatos não resolvidos mais famosos dos Estados Unidos. Depois, Scarlett deu vida à Olivia Wenscombe, em O Grande Truque, do diretor Christopher Nolan.

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E se em 2006, a agenda cinematográfica de Scarlett Johansson foi uma loucura, em 2007 ela pôde descansar, pois ela só atuou em um filme, Diário de uma babá, onde fez par romântico com Chris Evans.

Outros trabalhos dos anos 2000

Já em 2008, Scarlett fez outro filme baseado em fatos históricos, ao interpretar Maria Bolena em A Outra, ao lado de Natalie Portman. E continuando com os filmes de Woody Allen, Johansson participou do elenco de Vicky Cristina Barcelona, ao lado de Javier Bardem e Penélope Cruz.

Esse longa, aliás, foi um dos maiores sucessos do diretor, o que foi atribuído em grande parte pela atuação impecável de Scarlett. Em contrapartida, o filme The Spirit: o filme, estrelado por ela no mesmo ano, recebeu muitas críticas negativas e não rendeu como o esperado.

Em 2009, Scarlett Johansson interpretou Anna Marks, na comédia romântica Ele não está tão afim de você, que não foi muito bem recebido pelos críticos, mas teve um bom resultado econômico.

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Scarlett Johansson: era Marvel e outros trabalhos

Marvel logo - Divulgação
Marvel logo – Divulgação

Em 2010, Scarlett realizou seu sonho de infância: atuar nos palcos da Broadway. E ela começou com o pé direito! Sua atuação como Catherine, em A view from the bridge deixou os críticos boquiabertos e ela chegou a ganhar o Tony de melhor atriz coadjuvante pela sua performance na peça.

Aliás, isso gerou uma certa revolta entre a comunidade da Broadway, pelo fato de Scarlett ser uma atriz de cinema. Ela respondeu dizendo que compreendia, mas que tinha suado muito para merecer o prêmio.

E ainda nesse ano, Scarlett Johansson começou a interpretar um de seus papéis mais famosos e emblemáticos, Natasha Romanoff, a Viúva Negra da franquia Vingadores, dos estúdios Marvel. E olha que ela se esforçou para conseguir o papel, fazendo aulas de artes marciais e pintando os cabelos de ruivo.

Inicio nos Vingadores e outros filmes

Viuva Negra - Divulgação
Viuva Negra – Divulgação

Nesse ano, ela atuou pela primeira vez como a super heroína no filme Homem de Ferro 2, no qual não teve um papel muito significativo, mas se firmou como a Viúva Negra. O longa, que custou 200 milhões de dólares para ser produzido, obteve mais de 623 milhões de bilheteria, figurando entre os mais rentáveis do universo Marvel e do cinema como um todo.

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Depois disso, em 2011, ela fez um papel mais modesto, em Compramos um zoológico, junto com Matt Damon. Apesar de ser um filme que, aqui no Brasil, chamaríamos de “filme da Sessão da Tarde”, a atuação de Johansson nele foi bastante elogiada. Ela até recebeu indicação ao Teen Choice Awards por ela.

Em 2012, Scarlett voltou a encarnar a Viúva Negra, em Vingadores, que foi um dos maiores sucessos da história do cinema. Em seguida, o filme levou a medalha de bronze em bilheteria.

Aliás, pela sua atuação no filme, Johansson foi indicada a 3 prêmios People ‘s Choice Awards e a 2 Teen Choice Awards.

Hitchcock, teatro e ficção

Ela ainda encontrou tempo, em 2012, para interpretar uma das “louras de Hitchcock”, em Hitchcock, filme baseado na produção de Psicose, que foi lançado em 1960. Pela atuação nesse filme, Scarlett recebeu muitas críticas positivas. 2012 também foi um marco para a atriz, por ganhar uma estrela na Calçada da Fama.

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Scarlett voltou à Broadway no ano seguinte, com a peça Cat on a hot tin Roof, do diretor Rob Ashford. Entretanto, esse trabalho não foi o sucesso estrondoso que o seu anterior havia sido.

Ainda no ano de 2013, Scarlett Johansson também atuou nas telonas, interpretando Maggie no longa Don Jon, papel que, para muitos críticos de cinema, é um dos melhores da atriz até hoje. Ela ainda deu voz, nesse mesmo ano, a uma Inteligência Artificial do filme Ela, que foi lançado no Festival de filmes de Roma de 2013.

Recebendo muitos elogios pela atuação nessa ficção científica na qual ela nem chegou a mostrar seu belo rosto, ela ainda foi indicada e ganhou diversos prêmios pela performance.

Outro trabalho super bem criticado de Scarlett em 2013 foi Sob a pele. Outro filme de ficção científica, do diretor Jonathan Glazer, e que levou quase uma década para ficar pronto. 

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Scarlett e Chris Evans

Chris Evans e Scarllet Johansson no World Premiere of Paramount – Reprodução DepositPhotos

No ano seguinte, Scarlett Johansson voltou a ser a Viúva Negra no cinema, com o filme Capitão América: Soldado Invernal. A química com Chris Evans, com quem ela já tinha contracenado em Nota Máxima e Diário de uma babá, rendeu um show de atuação. Eles chegaram a escrever alguns de seus diálogos no filme.

Esse filme, além de ter recebido só críticas boas, ainda estourou nas bilheterias em todo o planeta. Obteve quase 715 milhões de dólares e entrou para o ranking dos filmes mais rentáveis de todos os tempos.

A performance de Scarlett nesse filme ainda rendeu vários prêmios de melhor atuação em filmes de ação e de melhor atriz coadjuvante.

Continuando a era Marvel

Nesse mesmo ano, ela ainda participou de outros sucessos, Chef, dirigido por Jon Favreau, e co-estrelado por Sofia Vergara, e Lucy, de Luc Besson. Esse último rendeu impressionantes 458 milhões de dólares de bilheteria, tendo custado 40 para ser produzido.

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Nos anos seguintes, Scarlett Johansson continuou a cumprir o seu contrato com a Marvel, interpretando a Viúva Negra em Vingadores: Era de Ultron e Capitão América: Guerra Civil.

Um fato curioso e que muita gente não sabe, é que durante as gravações de Vingadores: Era de Ultron, a atriz estava grávida. Portanto, ela precisou usar figurinos e computação gráfica para disfarçar a barriga.

Os filmes da franquia continuaram a estourar e juntos conseguiram quase 1 bilhão e meio de dólares, tendo ainda rendido vários prêmios a Scarlett pela sua atuação.

Em 2016, Johansson voltou a dublar e deu voz à Ash, de Sing: quem canta seus males espanta e à Kaa, de Mogli: o menino lobo.

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Scarlett Johansson continuou com a agenda cheia, interpretando Motoko, uma cyborg em Ghost in the Shell, e Jess, uma amiga que viaja com outras garotas para uma despedida de solteira fracassada, em A noite é delas, em 2017.

Em 2018, ela voltou a atuar como Natasha Romanoff, a Viúva Negra, em Vingadores: Guerra Infinita e depois, em 2019, em Vingadores: Ultimato.

E ainda em 2019, Scarlett realizou dois dos seus trabalhos mais aclamados, Jojo Rabbit e A história de um casamento. Ambas renderam a ela indicações ao Oscar, Globo de Ouro, dentre muitos outros prêmios.

O embate com a Disney

Scarlett Johansson em série da Viuva Negra - Divulgação
Scarlett Johansson em série da Viuva Negra – Divulgação

Em 2021, Scarlett Johansson voltou ao universo Marvel, dessa vez para fazer o filme solo da Viúva Negra, em Viúva Negra. Entretanto, a essa altura, a Disney já havia comprado os estúdios Marvel e acabou liberando o filme em sua plataforma de streaming, o Disney Plus.

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Scarlett, então, processou a companhia por, segundo ela, quebrar o contrato no qual estava determinado que o filme seria lançado apenas nas telonas e que a renda perdida pela bilheteria não vendida teria afetado e muito seu salário. Isso pois o filme foi disponibilizado na plataforma no mesmo dia em que estreou nos cinemas.

No entanto, em outubro do mesmo ano, a atriz e a The Disney World Company chegaram a um acordo, cujos termos não tiveram divulgação ao público, mas que deu fim ao impasse.

Inclusive, tanto Scarlett quanto a Disney expressaram o desejo de continuarem a trabalhar juntos em futuros projetos, como a Torre do Terror, para o qual a atriz já está cotada.

Outros trabalhos de Scarlett Johansson

Scarlett Johansson em ensaio para Dolce & Gabbana - Reprodução Dolce & Gabbana
Scarlett Johansson em ensaio para Dolce & Gabbana – Reprodução Dolce & Gabbana

Além de atuar, Scarlett Johansson também faz muitos trabalhos publicitários como modelo, em campanhas de perfumes e maquiagens de  grifes famosas, como a Dolce & Gabbana. Além disso, ela também foi o rosto da campanha do champanhe Moet & Chandon.

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Ela também é a embaixadora global da SodaStream.

Com um timbre de voz profundo e marcante, Scarlett Johansson além de fazer papéis de dublagem para o cinema, também canta. Além disso, já gravou álbuns solo e faixas musicais em alguns álbuns promocionais.

Scarlett também atua fora dos palcos em trabalhos filantrópicos ajudando organizações humanitárias, como a Stand UP to cancer, a Aid Still Required, a Too many women, a Cancer Research UK, dentre muitas outras. Além disso, ela participou de um leilão beneficente, no qual o comprador de dois ingressos para assistir Ele não está tão afim de você, vendidos por 20 mil euros, teve um dia de spa e foi à estreia do filme no mesmo carro que Scarlett.

Scarlett Johansson ainda  é uma eleitora democrata engajada, tendo trabalhado ativamente nas campanhas de John Kerry e Barack Obama.

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Vida pessoal de Scarlett Johansson

Scarlett Johansson é considerada um dos símbolos sexuais de maior destaque de Hollywood. E muito embora esse termo não seja nada elegante, e a própria Scarlett não goste de ser sexualizada. Ele expressa bem o sex appeal da atriz, modelo e cantora.

Afinal, ela foi eleita duas vezes a mulher mais sensual do planeta pela revista Esquire, sendo, inclusive, a única da história a alcançar esse feito.

Ela chegou até a perder um papel em um filme por ser sexy demais para ele, segundo o diretor da produção.

Sendo assim, como era de se esperar, Scarlett namorou muitos famosos, como o cantor Jack Antonoff, o colega de profissão Josh Hartnett, com quem contracenou em 1996, em A Dália Negra. Além disso, ela já teve um casamento com Ryan Reynolds durante 3 anos.

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Ela também teve vários relacionamentos com “não famosos”, como o empresário do ramo da publicidade, Romain Dauriac. Com ele, teve uma filha, Rose Dorothy, e chegou a se casar, mas se separou dois anos depois.

Depois disso, ela começou a namorar o redator e apresentador Colin Just, com quem se casou em 2020 e teve um filho em 2021.

Polêmicas envolvendo a atriz

Além de ter comprado uma briga judicial com a Disney, Scarlett Johansson também já foi alvo de diversas polêmicas e fofocas, apesar de ser bastante reservada sobre a sua vida pessoal.

Ela já recebeu muitas críticas por aparecer diversas vezes em revistas e outros meios de comunicação promovendo uma imagem muito estereotipada de mulher em busca do corpo perfeito a qualquer custo. No entanto, ela sempre responde a essas críticas com diplomacia, dizendo que apenas encoraja a busca de um estilo de vida mais saudável.

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No ano de 2011, seu celular sofreu uma invasão e várias fotos nuas dela vazaram na internet. Ela disse que havia tirado e enviado essas imagens para o seu então marido Ryan Reynolds. 

O FBI realizou uma investigação e chegou ao culpado, que foi preso e então condenado a 10 anos de prisão.

Outro embate judicial da atriz foi com a JC Lattès, uma editora da França, a qual recebeu um processo de Scarlett por usar uma modelo muito parecida com ela e utilizar o seu nome para promover um dos romances publicados pela empresa. A atriz ganhou a causa e então recebeu uma indenização de míseros 3400 dólares.

Uma das grandes personalidades de Hollywood

A atriz Scarlett Johansson assiste à premiere Under The Skin durante o 70th Venice Film Festival em 3 de setembro de 2013 - Reprodução Depositphotos
A atriz Scarlett Johansson assiste à premiere Under The Skin durante o 70th Venice Film Festival em 3 de setembro de 2013 – Reprodução Depositphotos

Como vimos, não é só no cinema que Scarlett Johansson se mostra pronta para uma boa briga! E, segundo ela, não é necessariamente pelo dinheiro. O que dá para acreditar, visto que ela é uma das atrizes mais bem pagas e ricas de Hollywood, tendo figurado várias vezes na revista Forbes por isso.

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E além da beleza e sensualidade inegáveis dessa atriz, cantora e modelo, o talento dela também é impressionante. Tanto que vimos sua atuação em Ela, que foi considerado um dos melhores filmes de 2013 e, portanto, um de seus melhores trabalhos, e no qual ela nem mostrou seus atributos físicos.

Desse modo, podemos perceber que a beleza e o carisma não são os únicos dons que Scarlett Johansson possui, mas a força e a dedicação também são grande parte de sua personalidade.   

E você? O que achou de conhecer mais sobre Scarlett Johansson? Se convenceu de que ela é mais do que nossos olhos podem ver? Compartilhe com a gente suas opiniões sobre ela nos comentários e volte sempre aqui, pois temos muitas outras histórias super interessantes como essa para te contar!

Carioca, estudante de Direito, servidora pública e apaixonada por vídeo games, tecnologia e cultura pop em geral. Tenho como hobbies consumir e produzir conteúdos relacionados a esses temas que me interessam, e adoro passar horas adquirindo conhecimento sobre os assuntos que mais gosto, tanto que mantenho um canal no Youtube sobre games há 4 anos. Meu contato com inglês vem de longa data, quando notei que para ter acesso a todo um universo de informações, dominar a língua era fundamental.

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