The Handmaid’s Tale ou O conto da Aia, se tornou uma das séries mais aclamadas pela crítica, tanto por estimular reflexões sobre o retrocesso nos direitos femininos conquistados ao longo da história, como por trazer uma verdadeira inovação na maneira de apresentar seu universo distópico ao espectador.

As experiências brutais vividas pela protagonista, aos poucos vão nos colocando a par do funcionamento e dos segredos desta nova realidade, onde as mulheres voltam a ser apenas um objeto do homem, além de serem completamente subjugadas pela sociedade como um todo.

A série foi encomendada originalmente pelo serviço de streaming Hulu, sendo criada e co-produzida por Bruce Miller. O enredo utiliza como base, o romance homônimo publicado em 1985 pela escritora canadense Margaret Atwood, que também atua como produtora ao lado da atriz principal, Elizabeth Moss.

A origem da República de Gilead não é totalmente clara no início, principalmente porque todas as informações sobre ela, chegam ao público pelo olhar de June Osborne, que tem conhecimento limitado sobre o funcionamento do novo regime.

The Handmaid's Tale
Imagem: Elizabeth Moss- The Handmaid’s Tale/ Reprodução

Seus relatos podem ser considerados como “não tão confiáveis” em um primeiro momento, por sua falta de informação. Esta abordagem, abre infinitas possibilidades narrativas, que a todo momento são capazes de causar bastante impacto ou mesmo repúdio ao espectador.

A quarta temporada de The Handmaid’s Tale, chegou ao Brasil neste domingo (02) através do serviço de streaming Paramount+. Os primeiros episódios se passam imediatamente após June ser ferida, enquanto estava levando um grupo de crianças para fora de Gilead.

Ao lado de outras Aias, ela começa a viver escondida para seguir com seus planos de enfraquecer o sistema e poder finalmente reencontrar sua filha.

Ao mesmo tempo conhecemos uma nova personagem, a Mrs. Keyes, que é interpretada pela jovem Mckenna Grace, bastante conhecida por seus papeis em “Eu, Tonya”, “A Maldição da Residência Hill”, e que estará no elenco do novo filme “Os Caça-Fantasmas: Mais Além

Com apenas 14 anos, a atriz chega para acrescentar uma camada ainda mais sombria ao que acontece em Gilead e os primeiros episódios servem enfatizar isso. Se as temporadas anteriores, atingiram um alto nível de crueldade e repúdio, o quarto ano da série promete ser ainda pior.

Apesar de ser extremamente doloroso assistir algumas cenas, sabemos por outro lado, que a violência física e mental proposta em The Handmaid’s Tale não é gratuita, mas serve ao propósito de nos fazer refletir sobre as conquistas da sociedade atual, no que se diz respeito aos direitos igualitários, principalmente das mulheres.

Enquanto June continua sua luta, é mostrado também como Serena e Fred estão lidando com a sua nova vida fora do continente, e o que os aliados da protagonista estão fazendo para ajudá-la.

Nem tudo sai como planejado após a chegada das crianças e novamente nos deparamos com alguns momentos difíceis de presenciar, mas que ao mesmo tempo, se tornam responsáveis por tornar a trama extremamente impactante.

A belíssima estética continua impecável e a série sabe usar isso a seu favor, com sequências magníficas e cheias de significado, mas sem deixar de lado o terror, usado para ilustrar que o medo sentido pela população de Gilead, se tornou um dos maiores aliados deste regime opressor.

Existe um cuidado especial com cada um dos os elementos que são colocados em cena, e sem dúvidas este é um dos pontos altos, que sempre colocaram The Handmaid’s Tale no mais elevado patamar de qualidade.

Com sua quinta temporada já confirmada, ainda temos uma trama extremamente poderosa para acompanhar e com certeza June ainda terá de enfrentar muitos desafios se quiser conquistar sua tão sonhada liberdade.

The Handmaid's Tale Reprodução
Imagem: The Handmaid’s Tale/ Reprodução

O universo de The Handmaid’s Tale

Em um futuro próximo, as taxas de fertilidade e consequente natalidade, caíram drasticamente no mundo todo e as populações começaram a definhar. Isto aconteceu por conta dos efeitos causados pela poluição, além da exposição prolongada à produtos químicos e também pelas doenças sexualmente transmissíveis.

Devido a este caos que se implantava na sociedade, o regime totalitário e teocrático da República de Gileade, consegue dominar a maior parte do que um dia foi o território dos Estados Unidos, em meio a uma intensa guerra civil que ainda se encontra em curso.

Pelo pouco que se sabe sobre a tomada de poder, tudo isso teria começado a partir da ação de vários grupos extremistas religiosos, com o discurso de que a América precisava ser “salva” do pecado e da corrupção.

Gilead é um regime completamente estrito, que tem suas leis e costumes baseados em uma interpretação distorcida, porém, fundamentalista das escrituras bíblicas, mais precisamente do Antigo Testamento.

O próprio nome “Gilead” provém diretamente da Bíblia, e significa “monte de testemunho” ou “monte de testemunha”, uma região montanhosa localizada a leste do rio Jordão, na Jordânia.

Este governo é organizado através de um regime militarizado, hierárquico e fanático, formado por novas castas sociais, onde as mulheres são brutalmente subjugadas, e por lei, não têm permissão para trabalhar, possuir propriedades, controlar dinheiro e nem mesmo ler.

A infertilidade mundial resultou no recrutamento forçado das poucas mulheres fecundas remanescentes em Gileade, que são chamadas de Aias (Handmaid), de acordo com uma interpretação desconstruída das escrituras sagradas.

As Aias são designadas para as casas da elite governante, onde são submetidas à estupros ritualizados, para assim, engravidar e ter filhos que serão entregues aos seus mestres e suas respectivas esposas.

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Imagem: Gilead- The Handmaid’s Tale/ Reprodução

June Osborne, renomeada como Offred (De Fred) pelo regime, é a Aia atribuída à casa do Comandante Fred Waterford e de sua esposa Serena Joy Waterford. Ela está sujeita à regras rigorosas e vigilância constante, onde uma palavra ou ação imprópria de sua parte, poderá leva-la à execução.

Offred, carrega o nome de seu mestre masculino assim como todas as Aias, mas se lembra constantemente do tempo em que era casada, tinha uma filha, sua própria identidade e profissão.

Porém, tudo isso ficou no passado, pois sua vida de antes foi apagada pelo novo regime opressor da pior maneira possível.

O que ela poderá fazer agora, é seguir as regras de Gilead e esperar a oportunidade certa para reagir de alguma forma contra os abusos, sem perder a esperança de um dia poder estar com sua filha novamente.

A tomada do poder

De acordo com a transcrição da conferência no final do livro de Margaret Atwood, os grupos extremistas religiosos se uniram em uma grande conspiração que se autonomeava como “Os Filhos de Jacó“.

Eles arquitetaram um elaborado golpe de estado contra o governo dos Estados Unidos, e através de uma série de ataques coordenados, assassinaram o presidente e vários membros do Congresso, bem como funcionários da Casa Branca e também os juízes da Suprema Corte.

Responsabilizando os fanáticos islâmicos pelos ataques, o exército declarou estado de emergência e a Constituição dos Estados Unidos foi suspensa. Dessa forma, as contas bancárias foram congeladas e todas as mulheres empregadas foram demitidas de seus empregos.

O golpe aconteceu tão rapidamente e de maneira tão orquestrada, que a população em geral ficou estagnada e sem conseguir entender direito o que estava acontecendo, sendo esse um dos pontos estratégicos, responsáveis pelo sucesso dos Filhos de Jacó.

Algumas marchas de protesto foram organizadas no início, mas o governo reagiu imediatamente com uma resposta extremamente agressiva, implantando seus próprios soldados, conhecidos como Guardiões, que receberam a ordem de massacrar os manifestantes desarmados, sem nenhuma piedade.

Depois que os primeiros protestos foram reprimidos com tamanho nível de brutalidade, a população ficou apavorada demais para se organizar em qualquer reação adicional.

Porém, as ações contra os manifestantes desarmados, atiçaram chamas na resistência armada, onde grupos rebeldes e civis em todo o país, começaram a se armar contra o regime.

Nesta fase, o novo governo começou a caçar qualquer pessoa que fosse considerada como uma possível ameaça, incluindo ativistas políticos, médicos, membros de outros grupos religiosos, minorias de gênero e intelectuais.

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Imagem: Os Filhos de Jacó- The Handmaid’s Tale/ Reprodução

Dessa forma, rapidamente a República de Gilead foi declarada como o estado sucessor dos Estados Unidos da América e o regime opressor e totálitario foi imposto sem piedade aos cidadãos.

No entanto, alguns oficiais civis e militares americanos sobreviveram ao golpe e fugiram para o Alasca, onde declararam a nova capital dos EUA em Anchorage. Este fato acabou desencadeando uma Segunda Guerra Civil.

A República de Gilead

Gilead possui uma espécie de Senado ou órgão governamental similar, essas repartições são referidas como “Comitês” ou “Conselhos” formados por grupos de líderes, com o comandante Pryce sendo seu presidente até o episódio da explosão do Centro Vermelho.

Fortes evidências apontam para que o país tenha abolido o sistema federal de governo, bem como os estados americanos, se tornando uma só república, com seu poder centralizado.

Um mapa revelado no final da segunda temporada, revelou toda a extensão do território dominado. Pode-se deduzir que as zonas destacadas em azul são as áreas controladas exclusivamente pela República de Gilead.

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Imagem: República de Gilead/ The Handmaid’s Tale

Os estados que compõem a República de Gilead em ocupação completa são, Minnesota, Wisconsin, Illinois, Michigan, Indiana, Ohio, Tennessee, Kentucky, Virgínia Ocidental, Virgínia, Carolina do Norte, Maryland, Pensilvânia, Delaware, Nova Jersey, Nova York, Connecticut, Rhode Island, Maine, Vermont, New Hampshire e Massachusetts.

Ao que tudo indica, a zona em amarelo representa todas as regiões do Oeste e Centro-oeste que foram destruídas pela guerra civil após a tomada, levando em conta que existem quatro símbolos radioativos, onde as “Colônias” estão localizadas.

As zonas em vermelho escuro, localizadas tanto no Oeste, como ao Sul do mapa, são os locais ocupados pelos grupos rebeldes, sendo delimitadas por áreas de conflito intenso.

Em seu monólogo no segundo episódio, June menciona que “Guardiões e soldados americanos ainda lutam com tanques no que sobrou de Chicago”. Isto indica que a Segunda Guerra Civil Americana ainda está em curso.

As áreas conhecidas como as “Colônias” foram ecologicamente contaminadas, aparentemente devido a um misto de poluição industrial, experimentos nucleares e o uso de armas biológicas.

Estes setores se localizam no que já foi o centro-oeste e o sudoeste americano, para onde o regime envia aqueles que considera como traidores e os submete ao trabalho escravo, funcionando basicamente como uma sentença de morte.

Não se sabe muito sobre as relações exteriores, devido à extrema censura da mídia, mas ao que parece, grande parte do mundo enxerga a República de Gilead como um regime ilegítimo e ainda considera os Estados Unidos como o verdadeiro governo.

No episódio onze, ouvimos as notícias da Resistência, onde pode-se perceber que o Reino Unido impôs sanções a Gilead, e elevou o limite para os refugiados americanos que vêm do Canadá.

Imigrantes de Gilead tentam ir para o Canadá ou para a Europa, que aparentemente ainda são sociedades livres. Campanhas “Save the Women” se expandem pela Inglaterra, em apoio à ex-Aias que conseguem escapar.

A sociedade em The Handmaid’s Tale

Quando os Filhos de Jacó estabeleceram a República de Gilead, o regime eliminou a antiga Constituição dos Estados Unidos e todos os direitos dos americanos, como liberdade de expressão ou religião, direito ao porte armas, liberdade de escolha, direito a um julgamento justo, entre outros.

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Imagem: The Handmaid’s Tale/ Reprodução

Gilead possui um sistema de hierarquia rigoroso, com cada um dos cidadãos sendo designados para uma determinada “casta”, esperando-se que desempenhem uma determinada função.

Os homens de alto escalão que governam o país, são conhecidos como “Commanders of the Faithful” ou “Comandantes dos Fiéis“. Os “Olhos” por outro lado, servem como força policial ou espiões.

Os “Guardiões” podem ser guarda-costas, oficiais de segurança ou motoristas dos Comandantes, enquanto os “Anjos” servem como soldados e podem vir a se tornar parte do alto escalão, se servirem bem ao seu país.

A maioria da população masculina, é classificada como “Econopeople” e não são tratados diferentemente dos trabalhadores escravos, com a maioria deles, vestindo roupas acinzentadas.

Gilead é uma sociedade patriarcal, com apenas homens podendo ter acesso à educação ou mantendo posições políticas. As mulheres são vistas como cidadãs de segunda classe, não podendo ter posses e devendo sempre submeter-se à autoridade masculina.

Todas elas, exceto as “Tias“, são proibidas de ler ou escrever, sendo que classe feminina mais inferior é chamada “Econowives“, que são casadas ​​com homens pobres ou de baixa patente.

As “Esposas” são as mulheres de maior nível e reconhecimento na sociedade, embora ainda assim, permaneçam submissas. “Unwomen” e criminosas similares ou traidoras não são consideradas como cidadãs.

As Esposas e as Tias são as classes femininas mais altas, possuindo certa influência e controle sobre as pessoas que estão abaixo delas e chegando ao ponto de até mesmo alguns homens de alta patente terem medo delas em algumas exceções.

As leis e as punições em Gilead

A lei é absolutamente autoritária em Gilead e qualquer violação das regras ou subversão de autoridade deve ser relatada e severamente punida. Os criminosos são frequentemente executados e seus corpos são exibidos ao público como exemplo.

Todos devem seguir a versão oficial do cristianismo de Gilead e nenhuma outra religião, seita ou sistema de crenças é permitido. Outras denominações cristãs foram forçadas a se converter, sob as penas de prisão ou até mesmo de morte.

As execuções são chamadas de “Salvagings” e normalmente são feitas em público, com as mulheres, na maioria das vezes sendo executadas por enforcamento. Aqueles que são poupados, podem ser enviados para as “Colônias“, onde a vida é extremamente brutal.

Outras punições normalmente impostas aos infratores, incluem amputações cirúrgicas de partes do corpo, como dedos, mãos e olhos.

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Imagem: The Handmaid’s Tale/ Reprodução

A internet e as notícias são constantemente censuradas e muitas vezes incluem propagandas para promover os valores de Gilead, enquanto desvalorizam os ideais de seus inimigos.

Qualquer tipo de arte, filmes, músicas, programas de televisão, livros ou qualquer material publicado, são proibidos e toda pessoa que possuir esses itens é severamente punida.

Aborto e contracepção são considerados alguns dos maiores pecados em Gilead. Médicos que realizaram essas práticas antes do estabelecimento do regime foram executados.

O adultério ou a confraternização entre homens e mulheres é visto como ato de fornicação e punido com a morte. A homossexualidade, denominada como “Traição de Gênero”, também é considerada um pecado abominável digno de execução.

Os conceitos utilizados em The Handmaid’s Tale

Mesmo com todas as suas leis absurdas, enquanto alguns dos líderes e fundadores de Gilead acreditam verdadeiramente no regime, muitos deles usaram o golpe contra o antigo governo, somente como uma maneira de chegar ao poder.

Tanto na obra original como na série, vários momentos sugerem que eles não se importam com os valores e ideais pregados, e frequentemente desrespeitam suas próprias leis, enquanto punem aqueles que às desacatam.

A própria Margaret Atwood já explicou que os Filhos de Jacó, na verdade não acreditam em sua própria propaganda extremista. A escritora diz que não criou Gilead para ser um governo totalitário cristão, mas sim, um regime fascista que se de utiliza armadilhas religiosas vazias e distorcidas para justificar suas atrocidades.

A escritora faz uma análise sobre a ascensão de vários regimes fascistas ao longo da história, onde conclui que de alguma forma, tudo sempre está ligado a conceitos manipulados referentes a identidade do país, tendo em vista que os Estados Unidos sempre obtiveram seus moldes construídos a partir dos movimentos religiosos.

Da mesma forma, a Alemanha Nazista usou a retórica de antigos impérios germânicos (como o Império Carolíngio de Carlos Magno) ou se apegou a políticas europeias pré-existentes, que discriminavam os grupos marginalizados, como judeus, ciganos ou homossexuais.

Atwood também diz que o sistema foi parcialmente inspirado pela reação da direita religiosa na década de 1980, aos movimentos dos direitos das mulheres que se deram durante o mandato do presidente Ronald Reagan.

Nesta época existia uma grande movimentação, liderada por grupos religiosos de direita, pregando a ideia de que o acesso ao aborto e aos métodos contraceptivos estavam causando um “genocídio branco”.

Eles alegavam que a taxa de natalidade entre brancos americanos, estava em declínio acentuado, embora não houvessem evidências científicas para embasar essas afirmativas, e os dados dos censos da época provarem o contrário.

A crítica e os prêmios

A obra de Margaret Atwood foi vencedora do “Governor General’s Awards” em 1985 e do primeiro “Prêmio Arthur C. Clarke” em 1987, além de ser indicada ao “Prêmio Nebula” em 1986, ao “Prémio Man Booker” no mesmo ano e ao “Prêmio Prometheus” em 1987.

The Handmaid's Tale
Imagem: The Handmaid’s Tale/ Margaret Atwood

Além de servir como base para a série, o livro também foi adaptado para um filme chamado A decadência de uma espécie” que foi lançado em 1990, além de se tornar uma ópera em 2000 e uma graphic novel em 2019.

A série original do Hulu venceu os prêmios de “Programa do Ano” e “Série Dramática” no Television Critics Association, além de conquistar oito Emmys, incluindo o de “Melhor Série Dramática“, em 2017.

The Handmaid’s Tale sempre foi muito bem recebida por parte da crítica especializada, sendo que no site Metacritic, alcançou uma pontuação de 92 em 100, com base em 40 avaliações. Números que indicam “aclamação universal”.

A primeira temporada da série possui 100% de aprovação no Rotten Tomatoes, com uma pontuação média de 8,94 (de 10) com base em 82 críticas.

“Assombroso e vívido, The Handmaid’s Tale é uma adaptação infinitamente absorvente do romance distópico de Margaret Atwood, ancorado por uma ótima performance central de Elisabeth Moss”

Elisabeth Moss que faz o papel de June Osborne, também sempre foi aclamada por sua interpretação. A atriz ganhou dois Emmys, sendo um na categoria “Melhor Atriz em Série Dramática” e outro como produtora na categoria “Melhor Série Dramática“.

A quarta temporada de The Handmaid’s Tale acaba de chegar ao catálogo do Paramont+ no Brasil, onde terá um total de dez episódios. Sua estreia também foi adiada em 2020 por conta da pandemia de Covid-19, mas felizmente a série já foi renovada para o seu quinto ano.

Além de Elisabeth Moss como protagonista, o elenco ainda conta os atores Joseph Fiennes, Yvonne Strahovski, Samira Wiley, Alexis Bledel, Ann Dowd, Madeline Brewer, Amanda Brugel, Bradley Whitford, Sam Jaeger e Mckenna Grace.

As primeiras temporadas de The Handmaid’s Tale também se encontram atualmente disponíveis nos catálogos do Globoplay e do FOX App, o serviço de streaming dos canais FOX Premium.

E aí galera, depois de todas essas informações e curiosidades importantíssimas sobre o universo de The Handmaid’s Tale, bateu aquela vontade de assistir a série completa não é mesmo?

Então não marque bobeira!!!

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